Como Investir do ZERO e multiplicar seu dinheiro
Antonio Carlos Campanha Jr | 30 de Dezembro de 2021
Como Investir do ZERO e multiplicar seu dinheiro
Quer aprender a investir do ZERO e multiplicar seu dinheiro?
Como aprender a investir do ZERO e multiplicar seu dinheiro é a decisão mais sábia que você pode tomar em toda sua vida, pois é a partir dela que a sua história começa a trilhar um caminho de prosperidade e realização de sonhos e objetivos.
Mas fique sabendo que não é nada fácil, ninguém fica rico subitamente, exigirá de você muita paciência e estudo sobre o mercado financeiro.
Mas saiba que é perfeitamente possível. Existem diversos exemplos de pessoas que nasceram em uma realidade adversa, e com seu esforço e dedicação alcançaram um padrão de vida sonhado por muitos. Como exemplo podemos citar, Luiz Barsi Filho, Lírio Parisotto, entre outros.
Para quem não conhece a trajetória das pessoas mencionadas acima, vou contar rapidamente um pouco da vida desses dois ícones do mercado financeiro, mas recomendo fortemente que pesquise com mais profundidade sobre eles, pois são histórias surpreendentes, tenho certeza que irá te motivar.
Luiz Barsi, conhecido apenas como Barsi, é filho de imigrantes espanhóis. Ficou órfão de pai muito cedo, perdeu seu pai quando tinha apenas 1 ano. Foi engraxate aos 9 anos e quando completou 14 ingressou em uma corretora de valores mobiliários. Foi nessa mesma época que começou a investir, e não parou mais, investe até hoje, e com isso, tornou-se o maior investidor pessoa física da Bolsa Brasileira.
Lírio Parisotto é gaúcho, natural de Nova Bassano. Filho de camponeses passou sua infância e adolescência na zona rural ajudando a família no trato da terra. Cursou o seminário para tornar-se padre, contudo sem conclusão, e formou-se em medicina. Para cursar medicina teve que trabalhar para se sustentar, entre outras atividades, trazia mercadorias de São Paulo para serem vendidas em Caxias do Sul, cidade onde cursava medicina. Um de seus principais clientes, a loja de eletrônicos Audiolar, foi adquirida por Lírio, e posteriormente deu início a Videolar, empresa que revelou Parizotto um empresário de sucesso. A Bolsa de Valores entra definitivamente na vida de Parizotto em 1998 com um investimento de US$ 6 milhões. O investimento realizado em 1998 e o reinvestimento dos dividendos gerados pela carteira constituída o torna bilionário.
Sem dúvida nenhuma são duas histórias inspiradoras, não é mesmo?!
Está bem, vou te mostrar o caminho trilhado por Barsi e Parizotto, entre outros, na construção de um patrimônio impressionante.
Planilha para gestão orçamentária
Antes de começar a investir você precisa se preparar e organizar sua vida financeira, afinal de contas, você só consegue investir seu excedente financeiro, aquele dinheiro que sobra na conta ao final do mês. Se ainda não é o seu caso, minha sugestão é que procure entender e analisar profundamente como seu salário está sendo gasto e quais as despesas mais relevantes.
Uma forma eficiente de realizar essa atividade é anotar e categorizar suas receitas e principalmente suas despesas, separando-as em gastos essenciais (alimentação, moradia, saúde, transporte, etc.), desejos pessoais (lazer, jantares, assinaturas, etc.) e investimentos e dívidas, podendo seguir a seguinte distribuição, 50% – 30% – 20%, respectivamente.
Através desse diagnóstico, que pode ser efetuado em uma planilha de excel (disponível acima), você vai identificar oportunidades de reduzir ou até mesmo cortar algumas das despesas, o que o ajudará a obter seus primeiros excedentes financeiros, podendo ser utilizado para pagar alguma dívida, caso exista, ou fazer suas aplicações iniciais.
Com as contas saneadas e categorizadas já podemos falar de ativos financeiros. Ainda não. Tem alguns conceitos importantes que precisamos abordar.
São eles: RENTABILIDADE, LIQUIDEZ, RISCO e DIVERSIFICAÇÃO
Assim podemos defini-los:
Rentabilidade: é um conceito da Economia que indica o grau de sucesso de determinado investimento econômico. É calculado a partir do percentual de remuneração do capital investido na atividade
Liquidez: é a facilidade e a velocidade com as quais um ativo pode ser transformado em dinheiro novamente, sem que haja redução substancial do preço
Risco: é a probabilidade de um investimento não proporcionar o resultado esperado, podendo inclusive significar a perda de grande parte ou de todo o investimento inicial
Diversificação: é uma técnica de diluição de risco. Ela consiste em alocar recursos em diferentes ativos financeiros, de modo que o desempenho negativo de um não signifique perdas definitivas ao investidor
Vale salientar que a relação entre liquidez, rentabilidade e risco são inversamente proporcionais, quanto maior a liquidez, menor tende a ser a rentabilidade e o risco e o inverso também é verdadeiro.
Pois bem, alinhados os principais conceitos que você precisa saber para realizar um investimento, antes de apresentarmos suas modalidades precisamos tratar de outro assunto bastante importante, RESERVA DE EMERGÊNCIA.
Reserva de emergência é um montante de dinheiro que seja capaz de custear suas despesas mensais fixas por um determinado período (entre 6 e 12 meses), que deve ser acionada quando da queda repentina de renda ou súbito aumento de custos de maneira inesperada.
Deve estar aplicada em ativos com liquidez diária, pois você pode precisar recorrer a ela a qualquer momento. E como mencionamos acima, dada a alta liquidez não podemos esperar uma alta rentabilidade.
Podemos destacar dois investimentos que atendem os requisitos mencionados acima, Certificado de Depósito Bancários (CDB’s) com rendimento de 100% do CDI, ou próximo a isso, comercializados pelos bancos comerciais e o Tesouro SELIC que você pode adquirir no Tesouro Direto através de uma corretora.
Importante salientar que existem opções de investimento que apresentam a liquidez exigida, com rentabilidade bastante atrativa, bem superiores à média de mercado, o que confere a estas aplicações um risco elevado, característica essa que não atende às exigências da reserva de emergência.
Em se tratando de reserva de emergência, procure instituições sólidas para aplicar seu dinheiro.
Tipos de Investimentos
Existem diversos ativos financeiros disponíveis no mercado com características específicas para atender os mais variados objetivos sendo, a maior parte deles, classificados como investimentos de renda fixa e renda variável.
Renda Fixa: são investimentos onde a forma de cálculo da remuneração é definida no momento da aplicação. Ao investir nesses títulos, o investidor “empresta” dinheiro ao agente que o emitiu – que pode ser o governo (se o investimento for um título público), uma empresa (caso seja uma debênture) ou aos Bancos (caso adquira um CDB)
Sua expectativa, ao investir em renda fixa, é receber seu dinheiro de volta no futuro acrescido dos juros acordados no momento da aplicação.
Renda Variável: é uma categoria de investimentos mais dinâmicos. Pode ser entendida como ativos financeiros que apresentam retornos incertos. Então, ao investir, você não tem certeza dos rendimentos que terá ao longo do tempo
Ao investir em renda variável sua expectativa é ter ganhos de capital por meio de seus ativos, que podem ser através da valorização do ativo e/ou remuneração do ativo por meio de lucros e dividendos.
Quais são os riscos vinculados a cada tipo de investimento.
Renda Fixa: apresentam como principal fator de risco a variação da taxa de juros do título, do índice de preços (inflação), caso sejam atrelados a eles, ou ambos.
Para exemplificar, caso a taxa de inflação seja superior à taxa de juros que remunera sua aplicação de renda fixa seu patrimônio está perdendo valor, ou seja, você não consegue mais comprar as mesmas coisas que comprava, pois a remuneração obtida não recompôs o valor corroído pela inflação.
Renda Variável: podemos destacar como principal fator de risco a variação negativa da cota do fundo e/ou da cotação da ação.
Para auxiliar no entendimento do efeito causado pela variação negativa da cota do fundo ou da cotação da ação, você poderá, quando da necessidade de resgate, obter um valor de resgate menor do que o valor investido.
Perfil do Investidor
Como falamos anteriormente, para conseguirmos realizar um investimento, seja em renda fixa ou variável, é preciso ter uma conta em um banco ou corretora.
Para a abertura da conta é necessário, devido a exigências legais (instrução 539 da Comissão de Valores Mobiliários em vigor desde 01/07/2015), responder a um questionário para descobrir o seu perfil como investidor, processo conhecido como suitability.
É através deste questionário, com perguntas sobre seus objetivos, tolerância ao risco, perspectiva de prazo dos investimentos, conhecimentos sobre o mercado financeiro, etc., que a instituição te classifica entre as categorias de risco, podendo ser Conservador, Moderado e Agressivo.
Conservador: são investidores que têm baixa tolerância ao risco e que privilegiam investimentos com alta liquidez. Aceitam a possibilidade de ter rendimentos limitados, em benefício de maior proteção
Moderado: buscam proteção de capital no longo prazo. Estão dispostos a investir parte dos recursos em ativos que apresentem algum nível de risco. Em prol de maiores rentabilidades, considera a possibilidade de investir em ativos menos seguros ou de menor liquidez, principalmente para o longo prazo
Agressivo: toleram o risco e admitem a possibilidade de perdas momentâneas, se isso representar a possibilidade de obter maiores retornos. É aquele que prioriza a rentabilidade
Conhecer seu perfil não é importante apenas para a abertura da conta no banco ou corretora, é fundamental para você conhecer-se e trilhar os caminhos do mercado financeiro com mais tranquilidade.
Alguém que não suporte oscilações bruscas, por exemplo, como a variação negativa de um fundo de ações ou da cotação da ação que tem em carteira, deve entrar com cautela em mercados de risco.
Quem consegue prever suas reações diante de situações adversas nos investimentos costuma ter condições de lidar melhor com elas e evitar atitudes precipitadas, que muitas vezes acabam em prejuízo.
A classificação de perfil de risco dos investidores não é estática. Afinal de contas, seus objetivos, nível de conhecimento e situação financeira mudam ao longo da vida, podendo inclusive, transitar pelo três perfis durante a sua jornada como investidor.
O importante é ter clareza da sua tolerância ao risco em cada fase, para realizar os investimentos mais adequados em cada momento.
Estabeleça seus objetivos
Por qual razão você está economizando seu dinheiro?
Existem vários motivos para isso, pode ser para trocar de carro ou fazer uma viagem, comprar a casa própria ou imóvel de lazer e até mesmo constituir uma reserva financeira com o objetivo de viver uma aposentadoria mais tranquila ou mesmo conquistar sua independência financeira.
Perceba que o tempo necessário para a realização de cada um deles não é o mesmo, onde, para a compra do carro novo exigirá que você economize seu excedente financeiro de poucos meses, enquanto a constituição da reserva financeira para uma aposentadoria mais tranquila levará alguns anos.
Com os investimentos podemos dizer que segue a mesma lógica. O investimento indicado para te auxiliar no acúmulo financeiro para aquisição do carro novo não será o mesmo que você aplicará seus recursos com o objetivo da independência financeira.
Em geral, os investimentos são classificados em três horizontes de tempo:
Curto prazo: são aqueles com uma duração de até um ano
Médio prazo: são os que têm duração entre um e cinco anos
Longo prazo: são chamadas assim as aplicações com prazo superior a cinco anos
Confira, abaixo, as opções de investimento que são mais indicadas para cada tipo de meta.
Tesouro Direto (curto, médio e longo prazo)
Lembrando, ao comprar títulos do Tesouro Direto, você empresta dinheiro ao governo brasileiro. Seu grande benefício é a segurança: é bastante improvável a chance de calote, pois o governo é uma das instituições mais seguras do país.
Há três opções de títulos disponíveis:
- Tesouro Selic, título pós-fixado, cujo rendimento acompanha a taxa Selic, a taxa básica de juros do Brasil
- Tesouro Prefixado, aplicação em que a pessoa sabe exatamente quanto vai receber no vencimento do título, e
- Tesouro IPCA+, que remunera uma parte com parcela prefixada e a outra atrelada ao IPCA, a inflação oficial do país.
Para o longo prazo, recomenda-se que o investidor adquira títulos atrelados à inflação, para que o dinheiro cresça sem se desvalorizar. Outro detalhe importante é o vencimento, pois esses títulos são marcados a mercado, e essa característica pode proporcionar ao título uma variação bastante brusca. Mas o que é marcação a mercado?
A marcação a mercado representa a variação de preços de um ativo. É um conceito da matemática financeira que trata da atualização do preço de um ativo de renda fixa ou cota de fundo de investimento.
São muitas as variáveis que influenciam nessa variação do valor dos ativos de uma carteira.
Ela é conduzida por um movimento comum da economia conhecido como lei da oferta e procura.
Basicamente, significa que quanto maior for a demanda por um produto ou serviço, maior será o seu preço de mercado.
Sendo assim, o contrário também é verdadeiro: quanto menor for a demanda, menor também será o preço.
Mas não são só os movimentos mais básicos da microeconomia que afetam a marcação a mercado, a macroeconomia também tem um papel fundamental nas oscilações dos preços.
Em momentos de instabilidade política ou social, o mercado sofre com as oscilações do preço e a consequente desvalorização dos seus ativos.
Isso porque, nessas ocasiões, muitos investidores se comportam de maneira parecida e, desconfiados com a rentabilidade futura dos portfólios, muitos correm para liquidar os ativos e resgatar o capital investido.
Portanto, a marcação a mercado nada mais é que a oscilação diária das cotações das aplicações financeiras devido ao movimento de oferta e demanda.
LCI, LCA e CDB (curto e médio prazo)
As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e do Agronegócio (LCAs) são duas ótimas opções para quem quer boa rentabilidade com liquidez para sacar em curto prazo. Há títulos com vencimento para 90 dias, além de serem, ambos, isentos de Imposto de Renda.
Sua rentabilidade quase sempre depende de diversos fatores, como prazo de vencimento, período de carência e montante mínimo investido, e da mesma forma que no Tesouro Direto, essa é a melhor opção para quem está pensando em sacar em dois anos ou menos.
Fundos multimercado (médio prazo)
Os fundos multimercado funcionam de maneira semelhante aos seus pares: investidores alocam recursos, em conjunto, em um fundo que aplica em diversos ativos do mercado financeiro.
A diferença desse tipo de fundo está exatamente no tipo de aplicação. Enquanto os fundos de renda fixa e de ações já revelam em seu nome o tipo de investimento, os fundos multimercado podem aplicar em diferentes mercados, como renda fixa, câmbio, ações, entre outros.
A vantagem deles está na diversificação e na rentabilidade, que costuma ser superior aos fundos mais conservadores. Os possíveis ganhos e perdas atingem todos os participantes, na devida proporção do valor investido por cada um.
Fundos de Previdência (longo prazo)
Os fundos de previdência, ou também conhecido como previdência privada, são semelhantes a outros fundos de investimento, onde cada investidor possui uma cota do patrimônio total do fundo e recebe os rendimentos proporcionais ao capital investido.
Existem dois tipos de planos de previdência privada:
- PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), e
- VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)
O PGBL é indicado para quem entrega a declaração do Imposto de Renda (IR) pelo modelo completo e deseja beneficiar-se da redução do imposto, com o abatimento da base de cálculo de até 12% do total da renda bruta tributável.
Já o VGBL, é indicado para pessoas que utilizam a declaração simplificada do IR. Isso porque, nessa opção, o imposto é calculado apenas sobre o ganho de capital.
Diversificação de investimentos
Diversificar aplicações te ajuda a mitigar riscos e garantir uma boa rentabilidade no médio e longo prazos.
Provavelmente, você já deve ter ouvido o ditado popular “nunca coloque todos os ovos na mesma cesta”.
Ele resume bem o conceito de uma carteira diversificada, onde deseja-se evitar que toda a sua rentabilidade esteja exposta ao mesmo tipo de risco de um segmento, mercado ou indexador.
Afinal, por que estar em um único ambiente quando é possível garantir presença em vários mercados para garantir uma rentabilidade melhor e mais segura?
Na prática, o objetivo da diversificação de investimentos consiste em formar uma carteira de ativos com uma estratégia ancorada em diferentes indexadores, como IPCA, CDI, Ibovespa, dólar, etc.
Eles devem responder de formas distintas às intempéries do mercado.
Estudos sobre diversificação de investimentos surgiram na década de 50 com Harry Markowitz. A sua teoria da carteira mostrou matematicamente os benefícios da diversificação de ativos.
Os grandes investidores, como Warren Buffett e Benjamin Graham estão entre os defensores dessa teoria
Como objetivos principais da diversificação de investimentos podemos destacar a volatilidade de mercado e o cenário macroeconômico.
Por isso, é perigoso colocar todo o seu capital em ativos da mesma classe. Até o mais competente dos analistas não arrisca todos seus recursos em um único investimento.
Assim, é fundamental que a diversificação de investimentos seja realizada de forma balanceada de acordo com o seu perfil de investidor, garantindo uma rentabilidade acima do mercado ao custo de um risco controlado.
Tenha em mente que existem muitas opções de investimento, e cada uma delas reage de formas diferentes aos movimentos políticos, econômicos e sociais.
Lembre-se, o objetivo ao diversificar uma carteira é a redução do risco e a potencialização dos ganhos.
Índices de Referências
Para avaliar a performance dos seus investimentos você precisa comparar sua rentabilidade às referências de mercado (benchmark).
Para cada tipo de investimento, renda fixa ou variável, temos referências específicas. Quando nos referimos a renda fixa podemos destacar as seguintes delas:
Taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia): é a taxa básica de juros da economia e serve de referência para outras taxas de juros (financiamento) e para remunerar algumas classes de investimentos. Serve também como principal instrumento de política monetária
CDI (Certificado de Depósito Interbancário): é um título emitido com base em operações feitas entre instituições bancárias e que acompanha o valor da taxa Selic
IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo): é o índice de inflação oficial do país medidos pelo IBGE
Já quando analisamos investimentos classificados como renda variável o índice de referência utilizado é:
IBOVESPA: é o principal indicador de desempenho das ações brasileiras e reúne as principais e mais relevantes empresas negociadas na B3 (Brasil Bolsa Balcão)
Conclusão
Bom, abordamos todos os aspectos mais importantes a respeito do mercado financeiro que você precisa conhecer para tomar suas decisões de investimento e gestão de sua carteira.
Contudo é apenas o começo, é fundamental que você se dedique e continue estudando o comportamento e as nuances do mercado financeiro e sua variedade de produtos para direcionar seus aportes aos produtos financeiros mais adequados, respeitando seu perfil de risco e objetivos financeiros.
Lembre-se, fazer a gestão das finanças pessoais e poupar dinheiro mensalmente não é o suficiente se você não souber fazer seu dinheiro render. Talvez lhe pareça um detalhe, uma bobagem, mas saber investir é o conhecimento que vai te ajudar a multiplicar seu patrimônio e lhe proporcionar a conquista de seus objetivos de uma maneira mais fácil e rápida.
Boa Sorte e Bons investimentos!
Antonio Carlos Campanha Jr
Consultor Contábil Financeiro especialista em análise de Investimentos e Gestão de Empresas
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